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A aprovação representa a primeira nova opção de tratamento em quase uma década para a principal complicação associada à Doença de Huntington

A agência regulatória norte-americana FDA (Food and Drug Administration) anunciou a aprovação da deutetrabenazina, medicamento de uso oral para tratamento da Doença de Huntington, desordem neurodegenerativa rara e fatal, que afeta mais de 35.000 pessoas nos Estados Unidos1. Registrado pela farmacêutica israelense Teva e com o nome comercial AUSTEDOTM, o medicamento é para o controle da coreia, série de movimentos involuntários, aleatórios e repentinos, que acomete 90% dos portadores da Doença de Huntington2.

Trata-se do primeiro produto aprovado pela FDA nos últimos dez anos para a Doença de Huntington, que até agora só tinha uma única opção de tratamento medicamentoso3.

No Brasil, apesar de não haver dados oficiais, a estimativa com base na incidência global é que entre 40 mil e 60 mil pessoas sofram com a doença4. O conjunto de contrações e movimentos involuntários conhecido como coreia é a manifestação física mais marcante da Doença de Huntington5. "A coreia é um sintoma importante para quem vive com Doença de Huntington, já que afeta a funcionalidade do paciente e as atividades da vida diária, e para o qual havia poucas opções de tratamento", explica a neurologista Dra. Monica Haddad, do Hospital Sírio-Libanes.

A aprovação da FDA foi baseada nos resultados de um estudo de fase III randomizado, controlado por placebo para avaliar a segurança e a eficácia da deutetrabenazina na redução da coreia em pacientes com Doença de Huntington. O diretor médico da Teva Brasil, Tony Piha, afirma que “com base nos resultados demonstrados no programa de desenvolvimento clínico que embasou a aprovação do medicamento nos Estados Unidos, os pacientes irão se beneficiar muito e assim podemos afirmar que estamos vivenciando um momento único ao apresentar esta opção de tratamento”.

A presidente da Associação Brasil Huntington, Vita Aguiar de Oliveira, alerta para as limitações com as quais os pacientes precisam conviver. "A coreia associada à Doença de Huntington tem um impacto significativo sobre aqueles que vivem com a doença e suas famílias. A aprovação da deutetrabenazina pelo FDA representa uma importante nova opção de tratamento para pessoas com Doença de Huntington naquele país e destaca a necessidade de mais recursos terapêuticos para esta comunidade de pacientes carentes", afirma.

A Teva tem uma longa história no desenvolvimento de programas abrangentes de manejo de doenças crônicas, incluindo equipes altamente qualificadas e experientes. "Trazer um novo tratamento para uma área onde há uma necessidade médica não atendida tão importante é uma oportunidade inspiradora”, conclui Piha.

Sobre a Teva

A Teva é uma das maiores empresas globais no setor farmacêutico e oferece soluções com alta qualidade voltadas para a melhora da qualidade de vida dos pacientes. Com sede em Israel, a Teva é o maior produtor de medicamentos genéricos do mundo, valendo-se de um portfólio com mais de 1.800 moléculas para produzir uma ampla gama de produtos genéricos para quase todas as áreas terapêuticas. Além disso, a Teva tem uma posição de liderança mundial em tratamentos inovadores para doenças do sistema nervoso central, incluindo a dor, bem como um forte portfólio de produtos para a área respiratória. A divisão de Pesquisa e Desenvolvimento da Teva integra medicamentos genéricos e de marca, criando novas formas de abordagem para as diferentes necessidades dos pacientes combinando o desenvolvimento de novas drogas com dispositivos, serviços e tecnologias. No Brasil desde 2006, a empresa oferece produtos para Saúde Feminina, Oncologia, Respiratória, Neurologia, Hematologia e Infectologia. A receita líquida global da Teva totalizou US$ 21,9 bilhões em 2016.

Referências:

1. Pringsheim T. Mov Disord. 2012 Aug;27(9):1083-91
2. https://www.accessdata.fda.gov/drugsatfda_docs/label/2017/208082s000lbl.pdf
3. https://www.accessdata.fda.gov/drugsatfda_docs/appletter/2017/208082orig1s000ltr.pdf
4. http://www.who.int/genomics/public/geneticdiseases/en/index2.html#HD
5. Rawlins et al. Neuroepidemiology 2016;46:144–153

Informações para a Imprensa:

Tino Comunicação
Adriana Solinas – adriana.solinas@tinocomunicacao.com.br – (11) 3529-3638/3650

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